terça-feira, 5 de maio de 2009

Luiz Cesar fala sobre o Thanatos

Ganhamos um blog de qualidade exemplar.Um blog estampa fina que vem trazer ao seio da nossa tão inculta sociedade , a possibilidade do conhecimento sobre o simples morrer como o simples nascer tão já assimilado pela ortodoxia da cultura burguesa. Pensar a morte deve ser a regra .Quiçá a exceção seja um equívoco das nossas contradições ou fragilidades , como acredito ser a recusa incosciente de sua concretude. Pois sim , vejo-a todos os dias se renovando em minhas partituras, em meus lúdicos sonhos que ao piano tiro em sustenidos e bemois para uma eterna leveza da melodia morta e suave, mas viva , escrita em 1791 como poderia ter sido agora. Quando editaram pela primeira vez um weblog ( BLOG ) não sei se pensaram na morte como estamos pensado agora.

Luiz César

3 comentários:

  1. Erasmo "Thanatos" Ruiz5 de maio de 2009 às 16:42

    Salve Luis Cesar! Muito obrigado pela força. Que belo comentário, não pelo elogio em si, mas pela beleza das palavras "Pois sim , vejo-a todos os dias se renovando em minhas partituras, em meus lúdicos sonhos que ao piano tiro em sustenidos e bemois para uma eterna leveza da melodia morta e suave, mas viva". Quiça a gente consiga ao menos compor uma invenção, singela é verdade, mas talvez em algum momento dotada da genialidade de um Bach. Grande abraço do ERASMO

    ResponderExcluir
  2. Marco Antônio Abreu Florentino5 de maio de 2009 às 22:31

    NÃO FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DE LUIZ CESAR... pelo simples fato de não possuir o talento poético que tanto lhe caracteriza , entretanto, concordo plenamente com seu comentário. A criação deste blog vem se somar ao ainda pequeno mundo de leitores desinteressados nos lixos editados em publicações de diversas naturezas ou nos programas de televisão que colocam a condição humana abaixo da linha da mediocridade e do mau gosto. Longe de uma suposta elitização intelectual, o fato é que viver em sociedade está cada vez mais difícil, visto que o número de pessoas medíocres, em todos os sentidos, se multiplicam geometricamente e os que buscam o mínimo de qualidade, independente da área na qual se inserem, aritmeticamente.
    Este é com certeza um trabalho de formiguinha, mas talvez num futuro NÃO muito próximo, possamos melhorar alguma coisa enquanto seres pensantes.

    ResponderExcluir
  3. Gente que legal fui o visitante número 1000

    Luiz Cesar

    ResponderExcluir